Extensões da Pintura: processos memórias e imaginários

IV Simpósio NUPPE

Quando

4-6 OUTUBRO 2016
com início às 08:00

Onde

Uberlândia - MG
UFU, Bloco 5O - Anfiteatro F, Campus Sta. Mônica

Haverá emissão de certificado.

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Apresentação
IV Simpósio do NUPPE

Nos dias 04, 05, 06 de outubro, o Núcleo de Pesquisa em Pintura e Ensino – NUPPE, realizará o IV Simpósio - Extensões da Pintura: processos memórias e imaginários, que reunirá as pesquisas dos investigadores do NUPPE conforme as suas linhas de pesquisas.

O Núcleo é credenciado ao CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) desde 2007, como pode ser constatado no link de diretório dos grupos de pesquisa do Brasil: http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/1153651624608943

O evento terá como foco reflexões sobre Processo de Criação em Arte, salientando a diversidade dos procedimentos, das ações, dos imaginários, das memórias que antecedem a obra finalizada. As pesquisas realizadas dentro desse contexto objetivam refletir sobre os territórios simbólicos ou físicos que fazem parte da vivência criadora dos artistas, a saber: cadernos de artistas, pesquisas exploratórias “in loco”, registros fotográficos, vídeos, além de outros registros que documentam a gênese da obra artística.

Esse é o quarto evento que o NUPPE tem como motivação para estudos sobre Processo de Criação.
Em 2013 realizamos como parceiros o evento International Colloquium Creative Processes in Art - http://creativeprocessesinart.weebly.com/ e http://www.fba.ul.pt/publicacoes/creative-processes-in-art/.
Em 2014 realizamos o III Simpósio do NUPPE - Processos de Criação: percursos e senhas http://www.nuppe.art.br/simposio2014/.

O propósito do IV Simpósio é dar continuidade às investigações sobre a criação, por meio de uma plataforma de debates em torno dos processos criativos, para traçarmos uma visão expandida acerca do tema em questão, contribuindo para uma efetiva transdisciplinaridade nos seus diversos modos de abordagens.

Minicursos

Palestras

Mesas

Exposições

Programação

08:00 - 12:00

Minicurso 1: Como construir a escrita análoga ao processo de criação

Andréa V. Diogo Garcia
O minicurso abordará como construir o repertório textual a partir das formas de registros processuais como: livro/caderno de ideias, notas de esboços, testes etc. O uso de tópicos frasais como registro memorial de insights. A correlação entre registro textual e processo criativo plástico. Idoneidade no uso de produção intelectual (citação e referência). Voltado para graduandos de Artes e interessados em geral.

Nota biográfica: Andréa V. Diogo Garcia é escritora e ilustradora, mestre em Artes Visuais pela Universidade Paulista “Júlio de Mesquita Filho”/UNESP, com enfoque em Abordagens Teóricas, Históricas e Culturais da Arte. Membro pesquisadora do NUPPE/UFU na linha “História e Historiografia da Pintura Nacional e Internacional”. Bacharel e Licenciada pela Universidade Federal de Uberlândia. Possui experiência como docente e no desenvolvimento de projetos gráficos.

Materiais: o participante deverá trazer seu registro processual de criação tais como: caderno de ideias, esboços, etc. Folha e lápis ou caneta para anotações (responsabilidade do participante).

Participantes: máximo de 15 participantes.

Local: Bloco I – Laboratório de pintura – sala 235.

14:00 - 18:00

Mesa 1: Percursos de Criações

Aninha Duarte e Alexandre França
(Clique na seta ao lado do horário para visualizar mais informações)

14:00 O NUPPE – Apresentação do Núcleo de pesquisa em Pintura e Ensino – IARTE/ UFU.
Aninha Duarte

14:30 A cor da pintura entrecruzando linguagens: a criação de Alexandre França.
Alexandre França
. A COR QUE SE INSTAURA COMO ATO CRIATIVO
. DAS FONTES QUE JORRAM CORES
. PINTURA DE IDEIAS
. PINTURA / QUADRO / TELA / ESPAÇO
. PINTAR / CRIAR / DESIGNEAR/ AMBIENTAR

Nota biográfica: Aninha Duarte – Ana Helena da Silva Delfino Duarte. Artista Visual. Doutora em História Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo PUC/SP (2011) com estágio de Doutorado na Universidade de Évora UE/Portugal – (Bolsa PDEE-CAPES). Mestre em História pela Universidade Federal de Uberlândia UFU (2003). Especialista em Ensino de Arte pela Universidade Federal de Uberlândia – UFU (2000). Graduada em Artes Plásticas pela Universidade Federal de Minas Gerais / UFMG (Bacharelado em Pintura (1995). Graduada em Direito pela UNIUBE – Universidade de Uberaba (1988). Atualmente é professor adjunto da Universidade Federal de Uberlândia (Instituto de Artes Visuais). Professor colaborador no Mestrado em Artes UFU e no Programa de Pós-graduação em Museologia/UFBA. Atua como artista plástica com mostras no Brasil e exterior. Pesquisadora dos Núcleos de pesquisa NUPPE/UFU (Líder), NEHSC/PUC/SP, NEHSC/UFU e GREC/UFBA – (pesquisador).

Nota biográfica: Alexandre França – artista plástico e designer.
Desenvolve projetos em seu Studio CASA DE IDEIAS (www.studiocasadeideias.com.br). Foi professor das disciplinas de Desenho, Pintura, Cor e Composição, entre outras, do Departamento de Artes da Universidade Federal de Uberlândia MG por 20 anos. Realizou inúmeras exposições individuais e coletivas no Brasil, além de participação e premiação em salões de arte e mostras no exterior.Sua poética transita entre linguagens, tendo produção em: arte, design gráfico, design de interiores, mobiliário, figurinos, cenografia, ilustração, vídeo.

Local: Bloco 5O – Anfiteatro F.

19:00 - 22:00

Conferência 1: Intermitência da imagem

Rodrigo Freitas
Intermitência da imagem se configura como um possível diálogo entre a imagem e o tempo. O tema proposto surge da minha prática pictórica, atravessada por registros provenientes de diferentes meios: da fotografia, do cinema, de câmeras de vigilância, de drones, de sonares e também de câmeras de infravermelho. O deslocamento da imagem por diversos meios fricciona a linearidade cronológica ao tornar aparente a densidade temporal que a constitui.

Nota biográfica: Rodrigo de Freitas possui graduação em Artes pela Universidade Federal de Minas Gerais com habilitação em pintura e gravura em metal. Possui mestrado e doutorado em Artes pela mesma instituição. Atua como professor de pintura na Universidade Federal de Uberlândia, integra o Núcleo de Pesquisa em Pintura e Ensino (NUPPE – UFU) e o grupo de estudos Palavra, Escrita, Livro (EBA – UFMG). Participou de exposições no Brasil e no exterior.

Local: Bloco 5O – Anfiteatro F.

08:00 - 12:00

Minicurso 2: Pigmentos terrosos

Regina Rodrigues
A oficina propõe conhecer e classificar a(s) matéria-prima(s) - (argila, terra) trazida pelo participante para preparação de seu pigmento. Será apresentado pesquisas de pigmentos naturais realizadas em diferentes locais e de artesões que usam materiais naturais para pigmentar seus trabalhos. A partir dessa apresentação, os alunos serão orientados na preparação de seus pigmentos, criando uma palheta de cores locais.

Nota biográfica: Regina Graduada em Artes Plásticas pela Universidade Federal de Uberlândia (1981), Especialização em Arte Educação pela ECA/USP (1992), Mestrado em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Católica de São Paulo (1988) e Doutorado em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Católica de São Paulo (2004). Premiada no Concurso Internacional de Cerâmica de L’Alcora, Espanha em 2008, 2009 e 2013. Pesquisadora FAPES (Fundação de Apoio e Pesquisa do Espírito Santo), 2009. Membro da linha de pesquisa Pinturas e Interfaces com Outras Linguagens do Núcleo de Pesquisa em Pintura e Ensino (NUPPE), 2016.

Participantes: máximo de 15 participantes.

Materiais: Peneiras plásticas de diferentes gramaturas, potes com tampas, 2 bacias plásticas de 20 cm diâmetro ou (4 potes daqueles que vem com sorvetes).

Local: Bloco I – Laboratório de cerâmica.

14:00 - 18:00

Mesa 2: Identidade e Recorrências como poética no Processo de Criação.

Carmen Norlorve e Andréa V. Diogo Garcia. Mediadora: Regina Rodrigues
Clique na seta ao lado para visualizar mais informações.

Carmen Norlorve
Mi comunicación gira en torno al tema del autorretrato, la identidad creada y sus diversas formas de construcción en el arte contemporáneo. Mi punto de partida será el proyecto de exposición MOI/FEMME/ENCORE y las diversas miradas y cuestionamientos que cada artista propuso en su obra. Mostrándonos una historia personal, un contexto social, o una parte de su íntimidad. En algunos casos encontraremos una metamorfosis en curso. A partir de todas estas miradas observaremos las diversas dinámicas sociales ya que como individuos pertenecemos a un conjunto mayor que es la sociedad donde vivimos.

Nota biográfica: Carmen Herrera Nolorve está diplomada de un Master en Artes plásticas en la Universidad Bordeaux Montaigne. Actualmente se encuentra haciendo un doctorado en la misma universidad en el laboratorio de MICA. Su práctica artística gira entorno al tema de Retrato contemporanéo concentrándose en la identidad femenina. Ella ha expuesto de manera individual y colectiva en diversos países como Perú, Francia, España, Brasil, Bulgaria, Colombia etc.Sus obras se encuentran en colecciones particulares y algunas han servido como coberturas de libros y catálogos.

Andréa V. Diogo Garcia
Recorrência na Pintura: traços compartilhados em processos individuais de criação
O artigo discute a recorrência na pintura como um traço compartilhado em processos individuais de criação na produção pictórica contemporânea nacional. Analisa como a recorrência se instaura na definição da poética de Leda Catunda e Beatriz Milhazes em alguma das etapas do processo criativo. Define e conceitua recorrência histórica plástica e recorrência plástica. Busca estreitar a relação artista, processo, obra e público ampliando a compreensão do tema.

Nota biográfica: Escritora e ilustradora, mestre em Artes Visuais pela Universidade Paulista “Júlio de Mesquita Filho”/UNESP, com enfoque em Abordagens Teóricas, Históricas e Culturais da Arte. Membro pesquisadora do NUPPE/UFU na linha “História e Historiografia da Pintura Nacional e Internacional”. Bacharel e Licenciada pela Universidade Federal de Uberlândia. Possui experiência como docente e no desenvolvimento de projetos gráficos.

Local: Bloco 5O – Anfiteatro F.

19:00 - 22:00

Mesa 3: Identidade e memória no processo de criação em Arte

Elsieni Coelho, Ana Rita Ferreira e Sérgio Rodrigues. Mediadora: Aninha Duarte
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Elsieni Coelho
O rural e o urbano na série Marias
Na ruptura de um processo criativo da racionalidade conceitual à intuição, da manipulação de objetos à imagens fotográficas, do objeto como linguagem à pintura impressa, nasce a série Marias. Como referência permanece o trânsito identitário rural e urbano, passado e presente, o rústico e o moderno, o natural e o tecnológico em unidades que se repetem e transformam em novas configurações ao explorar a condição da mulher genitora.
Nota biográfica: Elsieni Coelho, artista brasileira, doutora em educação, professora do Mestrado Profissional – PROFARTES e da graduação em Artes Visuais, do Instituto de Artes, da Universidade Federal de Uberlândia, Minas Gerais, Brasil.

Ana Rita Ferreira
Telas e tramas: a iconografia têxtil na obra de três artistas norueguesas
Para lá da tapeçaria como expressão artística em si, muitos artistas fazem uso da iconografia e das técnicas ligadas à tecelagem, transpondo-as para o próprio processo pictórico. Esse é o caso de três pintoras norueguesas: Inger Johanne Grytting, Lillian Presthus e Katrine Giæver. Cada uma, a seu modo, trata a tela na sua especificidade têxtil, sublinhando a trama, os padrões e a própria temporalidade necessária à urdidura. Exploraremos os processos pictóricos e a conceitualidade subjacente à abordagem plástica destas artistas.

Nota biográfica: Ana Rita Ferreira é doutorada em Estética e Filosofia da Arte (2012) pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (UL); é mestre em Estudos Curatoriais (2006) e licenciada em Pintura (2003) pela Faculdade de Belas-Artes da UL. É membro do Centro de Filosofia da Faculdade de Letras da UL e do Núcleo de Pesquisa em Pintura e Ensino da UFU. Exerce como consultora nos Serviços Administrativos Centrais do Governo norueguês (DSS, Oslo) e como editora da revista Philosophica, publicada pelo Departamento de Filosofia da UL.

Sérgio Rodrigues
A memória e a imagem televisiva das Escolas de Samba como território do processo de criação em Pintura.
O interesse pessoal pelas Escolas de Samba do carnaval do Rio de Janeiro, mediado pela transmissão televisiva dos desfiles por elas apresentadas anualmente, se converteu em um repertório de lembranças e rememorações que motivam o processo de criação. A esses dados, somam-se experiências recentes, atuando diretamente na criação e confecção de desfiles para o carnaval de Uberlândia, proporcionando novas percepções sobre a visualidade das Escolas de Samba em dialogo com a produção em pintura.

Nota biográfica: Sérgio Rodrigues é mestrando em Artes (IARTE / UFU) na área de Práticas e Processos em Artes. Graduado em Artes Plásticas pela UFU. Membro do NUPPE – Núcleo de Pesquisa em Pintura e Ensino (UFU). Artista plástico, arte-educador e criador de desfiles de Escolas de Samba (carnavalesco). Realizou exposições individuais e coletivas, nacionais e internacionais.

Local: Bloco 5O – Anfiteatro F.

08:00 - 12:00

Minicurso 3: Exploração de materiais não-convencionais em Pintura

Jane Côbo e Sérgio Rodrigues
Será realizada uma breve explanação sobre possibilidades da pintura contemporânea a partir do uso de materiais não-convencionais, e faremos uma proposta de produção a partir da pesquisa de materiais alternativos.

Nota biográfica:
Sérgio Rodrigues. Mestrando em Artes (IARTE / UFU) na área de Práticas e Processos em Artes. Graduado em Artes Plásticas pela UFU. Membro do NUPPE – Núcleo de Pesquisa em Pintura e Ensino (UFU). Artista plástico, arte-educador e criador de desfiles de Escolas de Samba (carnavalesco). Realizou exposições individuais e coletivas, nacionais e internacionais.

Jane Côbo. Artista Brasileira que vive e trabalha no Brasil. Graduada em Artes Plásticas pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU) onde está vinculada ao NUPPE – Núcleo de Pesquisa em Pintura e Ensino – Instituto de Arte – nas Linhas de Pesquisa: Imagens e Processos tradicionais em Pintura; Pintura Matérica e Materiais não convencionais, do suporte aos Elementos Pictóricos. Desenvolve pesquisa teórica e prática sobre as poéticas visuais na linguagem da pintura e pintura-objeto, pesquisando sobre possibilidades na exploração da matéria pictórica por meio do material gesso, tinta acrílica e apropriações diversas. Busca em seu trabalho artístico discutir os temas que envolvem o feminino na arte, identidade, subjetividade e coletividade.
Tem participado de exposições individuais e coletivas, e possui publicações em Anais de eventos científicos no Brasil e Exterior.

Participantes: máximo de 14 participantes

Cada aluno deverá dispor de R$ 20,00 para compra de materiais, que acontecerá durante a oficina a partir da proposta apresentada

Local: Bloco I – Laboratório de Pintura – sala 235

14:00 - 17:00

Mesa 4: Caminhos de terra

Regina Rodrigues e Gladys Robles. Mediadora: Elsieni Coelho.
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Regina Rodrigues
Natureza terrosa
Apresentação dos resultados das pesquisas realizadas a partir de 1993, tendo como foco a matéria-prima (argila ou terra) e suas etapas de desenvolvimento: prospecção, análise e preparação dos pigmentos naturais para serem utilizados no ensino, na extensão e no meu trabalho plástico.

Nota biográfica: Regina Graduada em Artes Plásticas pela Universidade Federal de Uberlândia (1981), Especialização em Arte Educação pela ECA/USP (1992), Mestrado em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Católica de São Paulo (1988) e Doutorado em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Católica de São Paulo (2004). Premiada no Concurso Internacional de Cerâmica de L’Alcora, Espanha em 2008, 2009 e 2013. Pesquisadora FAPES (Fundação de Apoio e Pesquisa do Espírito Santo), 2009. Membro da linha de pesquisa Pinturas e Interfaces com Outras Linguagens do Núcleo de Pesquisa em Pintura e Ensino (NUPPE), 2016.

Gladys Robles
Intuito de caminhar: criação e processo
Caminhar, desde a minha visão como artista, se transforma numa ação reflexiva, que conecta os estados da natureza dos ambientes e a recepção do corpo amplamente disposto nos sentidos, para se manifestar de forma consciente e levar diante as coletas de material e dados nas pesquisas de campo, apontamentos culturais e naturais, descoberto nos lugares. Assim, tomo o termo dito por o artista Hamish Fouton de artista caminhante para refletir as diversas de etapas de percepção descoberta por meio da caminhada, constituindo isso no meu fazer, ao qual tenho divido e sistematizado em quatro sentidos estimulados e aplicados em exemplos dos meus trabalhos artísticos em diferentes linguajes visuais.

Nota biográfica: Gladys Elisa Robles Uribe – Artista Colombiana – Mora e trabalha na Colômbia.
Mestre em artes visuais pela Universidade Federal de Uberlândia-MG, Brasil (2016), pesquisadora com bolsa de estudos da Organização dos Estados Americanos (OEA) e membro do grupo de Coimbra de Universidades Brasileiras (GCUB). Graduada em Artes Plásticas pela Universidade do Atlântico (2013). Diretora Geral da Fundação Cultural de Ofícios e Artes (FUNCIOAR). Seu trabalho tem uma relação direta com a terra, como matéria-prima para as suas instalações. Participou de exposições nacionais e internacionais. Faz parte do Núcleo de Pesquisa e Ensino em Pintura (NUPPE) do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) como colaboradora internacional.

Local: Bloco 5O – Anfiteatro F.

19:00 - 22:00

Conferência 2: Investigação in situ: percursos, processos e imagens geradoras.

Aninha Duarte
Esta investigação aborda as experiências, o repertório, as motivações, as apropriações, as materialidades, as mutações e os meandros perseguidos e percorridos para a elaboração de meus trabalhos plásticos, com o intento de apresentar a importância da pesquisa in situ como espaço gerador de símbolos e signos que fomentam e retroalimentam minha pesquisa no campo da pintura, bem como na interface desta com outras linguagens.

Nota biográfica: Aninha Duarte – Ana Helena da Silva Delfino Duarte. Artista Visual. Doutora em História Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo PUC/SP (2011) com estágio de Doutorado na Universidade de Évora UE/Portugal – (Bolsa PDEE-CAPES). Mestre em História pela Universidade Federal de Uberlândia UFU (2003). Especialista em Ensino de Arte pela Universidade Federal de Uberlândia – UFU (2000). Graduada em Artes Plásticas pela Universidade Federal de Minas Gerais / UFMG (Bacharelado em Pintura (1995). Graduada em Direito pela UNIUBE – Universidade de Uberaba (1988). Atualmente é professor adjunto da Universidade Federal de Uberlândia (Instituto de Artes Visuais). Professor colaborador no Mestrado em Artes UFU e no Programa de Pós-graduação em Museologia/UFBA. Atua como artista plástica com mostras no Brasil e exterior. Pesquisadora dos Núcleos de pesquisa NUPPE/UFU (Líder), NEHSC/PUC/SP, NEHSC/UFU e GREC/UFBA – (pesquisador).

Local: Bloco 5O – Anfiteatro F.

Inscrições

- Não há cobrança de taxa de inscrição;
- A inscrição deve ser realizada somente através da plataforma SWGE;
- Os certificados serão enviados para o e-mail informado no cadastro;
- As vagas para os minicursos são limitadas. Apenas um minicurso pode ser selecionado.
- São 15 vagas por minicurso, portanto, somente faça sua inscrição em minicurso se tiver certeza de que irá comparecer. Sua ausência poderá prejudicar alguém que queira participar.

Na plataforma SWGE, os passos são os seguintes
1- Faça o cadastro
2- Valide o seu cadastro (veja seu e-mail)
3- Faça o login e conclua a inscrição no evento -> na opção: "Fazer Nova Inscrição".

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